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18 de abr. de 2010

Amor

O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece,
não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

Amor são escolhas, verbos , algo muito distante de um mero sentimento.

Igualar o amor à algo dobre como a paixão, algo passageiro como um amontoado de hormônios e reações químicas, é um erro.

Amor é um verbo , amor é o Verbo feito carne, dado por Deus em favor de nós.

Amor é escolher dar Tudo por alguém q merece um nada , dar tudo por alguém q cospe na sua cara .

Amor é algo eterno , criado antes da construção do mundo. Não um sentimento q brota do nada e q supõe durar para sempre.

Chame algo abaixo disso de paixão , idolatria, loucura ... Só não chame de amor .

Pois se o amor não for infinitamente fiel e constante ... Segue a isso , que morreu Cristo em vão .

11 de abr. de 2010

Afinal, o que temos que fazer ? E assim caminha a humanidade...

Romanos 8

29 Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho,
a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos.

Filipenses 2

5 Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,
6 pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus;
7 antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana,
8 a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz.


Afinal, O que temos que fazer?

Algo q sem dúvida inculca a humanidade desde sempre é a resposta da questão: Para que estamos aqui na terra...? Pra q tudo isso...? Nascemos, sofremos, e no final, morremos...

De fato sem Deus, não há motivos para continuarmos vivos, pois só nos restaria perambular pela terra fazendo nossa vontade objetivando unicamente realizar nossa vontade, aguardando sem pressa o dia de nossa morte.

Veio, então, o Evangelho da Salvação para prolongar um pouco mais as coisas. Por meio dele aceitamos o pedido insistente, quase q implorativo, de um messias q quer ser nosso salvador, pedido esse pregado aos 7 ventos pelos homens que querem a todo custo aumentar as cabeças de gado de seu rebanho. Avaliamos as possibilidades... Analisamos os custos e optamos pela opção mais lógica: levantar a mão e conseguir a vida eterna. Agora, sem o peso do tempo sobre nossas costas, esquecemos da morte e continuamos perambulando pela terra e pelos céus e por toda a eternidade fazendo nossa vontade objetivando unicamente realizar nossa vontade.

E novamente nos perguntamos? Pra q tudo isso... Antes nascíamos e morríamos do mesmo jeito. Agora nascemos e vivemos do mesmo jeito.

Veio, então, o Evangelho da Salvação “plus”, pregando a salvação por obras, pagando o preço. A Graça por si não é suficiente, ser livre nos levaria a inércia, continuaríamos seguindo nossa vontade. Não podemos ficar parados, algo tem de ser feito. Assim, como ñ sabemos o que é ser livre sendo servo começamos a elucubrar. Dissecamos a personalidade de Jesus e passamos a seguir uma personalidade tentando a toda custa ficar parecidos com ele criando um manual de regras e leis que devemos seguir. No final das contas, colocamos Deus numa redoma de vidro e passamos a observá-lo até chegar ao ponto de descobrir “Qual é a dele ...”, conseguindo, assim, um protocolo de regras e passos do que deve ser feito para se conseguir a Salvação. Traçamos, dessa forma, um caminho certo a ser seguido. No final das contas, não precisamos tanto assim seguir a Cristo, já temos o caminho pronto, andar sabendo para onde estamos indo é mais seguro do que andar “às cegas” atrás de Jesus. Cheios de sabedoria, começamos uma nova jornada, perambulando pelo mundo fazendo nossa vontade objetivando unicamente realizar nossa vontade.

E novamente nos perguntamos ? Pra q tudo isso ... Antes nascíamos e vivíamos do mesmo jeito. Agora nascemos e vivemos do mesmo jeito, com um “plus” de 16 toneladas.

Por, fim, paramos de inventar novos evangelhos e começamos a seguir o Evangelho de Cristo, o Evangelho do Reino, simples e objetivo, feito para pessoas que são incapazes de criar a vontade de Deus, inúteis ao ponto de não conseguir caminhar por conta própria até a Salvação. Simplesmente, aprendemos a ser obedientes. Antes de fazer qualquer coisa perguntamos a Deus qual é a Sua vontade, e a seguimos até a morte, nem que seja a morte de cruz. Uma única palavra que guarda nela toda a personalidade de Cristo: Obediência. Mesmo que essa vontade seja impossível de ser seguida, nos damos conta de que não há outra coisa a ser feita. Por mais que haja opções, repetimos para todas: “ Pra onde iremos, se só Cristo tem as palavras de vida eterna”.

E continuamos... Perambulando pela Terra fazendo a Vontade de Deus objetivando unicamente fazer a vontade de Deus.

Rafael Silva da Costa